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Ao entrar em férias… entre em férias!

A redundância do título é proposital. Estamos perto daquela época do ano em que muita gente dá uma pausa na atividade profissional e consegue ficar algum tempo fora do trabalho. O problema acontece quando nos afastamos, mas não nos desligamos. Continuamos pensando em trabalho e, não raro, trocando mensagens com chefes e colegas. Trabalhando! Se você é assim, desculpe, mas… está tudo errado. Esta parada, tão esperada durante o ano, precisa ter um bom aproveitamento para ser realmente útil e benéfica. Não se trata de burocratizar as férias, nem transformá-las num plano de “metas e objetivos”, mas de extrair delas o melhor resultado para si. Por todos os motivos do mundo, mas de modo especial por uma questão de equilíbriobeach-1897129_1280

O relaxamento, a mudança de ares, de atividades, ou o simples descanso são peças básicas para a recuperação física e mental. Imagine uma corda de violino esticada ao máximo o tempo todo. Logo acabará arrebentando. Daí a necessidade deste afrouxamento. Que não quer dizer, necessariamente, um estado de inércia: pode ser um momento de prazerosa atividade física, por exemplo – desde que respeitados todos os cuidados com a saúde e limites individuais. Nada de sair de uma hora para outra bancando o “esportista radical” se, durante o ano, você passa mais tempo sentado na frente de um computador do que caminhando.

Pode ser também o tempo para fazer aquele curso tão desejado. Retomar um convívio familiar mais próximo. Um hobby que estava esquecido. Viajar, divertir-se, encontrar amigos, conhecer gente nova… O importante nisso tudo é que o tempo seja dedicado a você e ao que lhe faz bem.

Revendo Valores

Além da diversão e do descanso, as férias também podem servir a outro propósito: uma boa revisão de vida. Que pode incluir aspectos práticos, como aquela visita ao médico que você vem adiando há meses, ou um auto-exame existencial. O que eu tenho feito? Faz sentido? Quero continuar assim? Dá para melhorar? Onde? Como? São perguntas básicas, mas cujas respostas podem decretar transformações. Durante o ano, envolvidos no dia a dia, poucas vezes temos o tempo necessário para parar e pensar em nós. E, como você sabe, a responsabilidade sobre a sua vida é somente… sua! Ninguém, nem a empresa, nem a família ou os amigos sabe qual o melhor para você. Terceirizar esta responsabilidade não é justo nem com os outros, nem com você. Para facilitar, você pode criar uma escala de prioridades: quais são as coisas que eu preciso mudar (esta é a lista mais importante)? E quais eu devo mudar? E o que eu quero mudar?

Então, agora é aproveitar as férias e recarregar as baterias! E é claro que temos uma Playlist para dar o start…. Enjoy it!

 

 

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