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Engajamento: quanto realmente custa um funcionário desengajado e desmotivado?

R$150 bilhões são perdidos a cada ano no Brasil em razão do baixo engajamento dos funcionários com suas empresas. Ou seja, seus funcionários desengajados ou desmotivados estão gerando um custo aproximado de R$ 3.500 por funcionário ao ano! Além de impactar negativamente a produtividade e o clima no ambiente de trabalho.

 

Uma pesquisa recente da Gallup revelou estatísticas surpreendentes sobre o estado da base de funcionários brasileiros: mais de 70% dizem que se sentem desengajados em relação a empresa que trabalham.

 

E como mostra esse estudo da Deloitte, a situação no Brasil é extremamente crítica: dentre todos os países pesquisados, é o que apresenta o maior gap entre engajamento e a capacidade percebida pelos executivos de combater essa questão. Trata-se de um problema nacional, não restrito a um setor específico.

 

Desengajamento Custa Dinheiro

Perda de produtividade. Eficiência limitada. Passivos diversos. Não há como negar que os funcionários desmotivados têm um impacto direto – e negativo – sobre o seu negócio. E há uma série de razões pelas quais o desengajamento torna-se especialmente caro:

  • Os funcionários desmotivados se preocupam menos com seus empregos do que com os funcionários engajados.
  • Enquanto empregados motivados têm um interesse genuíno em ver seus projetos e carreiras avançar, um empregado desengajado está, na melhor das hipóteses, procurando a saída e, no pior cenário, planejando como manter-se indefinidamente realizando o mínimo de esforço possível.
  • Os funcionários desengajados têm mais absenteísmo, apresentam maiores índices de acidentes, e possuem taxas de turnover maiores.
  • O custo de horas extras para cobrir doenças, treinar novos funcionários, entre outros só aumenta ao longo do tempo.

 

Perigo: funcionários ativamente desengajados!

 

Funcionários motivados ou funcionários desmotivados: qual deles você gostaria de ter na sua equipe?

Quando falamos de desengajamento, de acordo com a pesquisa da Gallup, falamos de duas categorias principais: “desengajados” e “ativamente desengajados”. Na prática, o primeiro é indiferente em relação ao seu trabalho e vai sempre atuar no menor nível possível, não contribuindo no seu desafio de criar valor, reduzir custos, aumentar receitas inovar, etc.

Já os funcionários ativamente desengajados, além de não contribuirem para seus desafios, atua de modo contrário a eles, especialmente minando e criando problemas na equipe em razão da sua insatisfação e evangelizando negativamente os demais funcionário.

 

Razões para o baixo engajamento

Ao procurar os sintomas de desengajamento em qualquer nível, existem alguns pontos em comum:

  • Bem-Estar: qualidade de vida prejudicada, desequilíbrio entre vida pessoal e profissional, problemas de saúde, especialmente os provocados pelo sedentarismo e vícios merecem atenção (e ação) das empresas. Não é a toa que 53% dos funcionários declaram aumento de engajamento a partir de programas de bem-estar.
  • Cultura e Propósito: seus funcionários não vêem o seu trabalho como sendo pessoalmente significativo e conectado ao seu propósito pessoal (alô, millenials!), não sentem que estão crescendo como pessoas ou não têm um senso de autodeterminação e autonomia.
  • Ambiente e Liderança: a equipe não acredita que as regras no trabalho sejam aplicadas de forma igual e justa, não recebem comentários que consideram construtivos e úteis ou, não têm relacionamentos de apoio com os superiores e colegas de trabalho.
  • Responsabilidade e Engajamento Social: ter a consciência a de que faz parte de uma organização que contribui para a comunidade e cria oportunidade para seus funcionários fazerem o mesmo é responsável por um aumento expressivo dos índices de engajamento.

 

O cenário não nos deixa escolhas: é preciso olhar esse tema com atenção e cuidado. Inclusive é importante considerar não apenas o impacto do desengajamento dos funcionários na sua empresa, mas também na cadeia como um todo. Por exemplo: se o funcionário da empresa que você compra matérias-primas é ativamente desengajdo, há um impacto óbvio sobre a empresa fornecedora, mas também haverá um impacto sobre sua empresa!

 

Aqui na Go Good estamos usando a tecnologia para ajudar as empresas a fazer isso. Já conquistamos resultados interessantes com as empresas parceiras e seus funcionários e evoluindo para entregar ainda mais. E na sua empresa, esse é um tema discutido? É um assunto restrito às áreas de Gestão de Pessoas e RH ou o diretor financeiro, CFO e CEO fazem parte dessa discussão? Se não, deveriam!

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