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Esse é o problema do Programa de Bem-Estar da sua empresa

Feche os olhos por um instante e pense como um programa de bem-estar corporativo se parece. Para seus funcionários, talvez inclua uma reunião de lançamento, quem sabe uma avaliação física, algumas mensagens de lembrete do RH e então – na maioria dos casos – silêncio por meses. Na sua posição, você tem o desafio de criar entusiasmo em torno de um programa que não é naturalmente excitante. Enquanto você talvez tenha um índice decente de participação, é provável que deseje que ele seja maior e com maior frequência.

 

O BEM-ESTAR CORPORATIVO PRECISA EVOLUIR E TORNAR-SE, ENFIM, UM DIFERENCIAL COMPETITIVO.

 

Em pesquisa realizada nos EUA com empresas com mais de 200 funcionários, 99 por cento já implementaram algum tipo de programa de bem-estar. Ou seja, a importância de programas e iniciativas de bem-estar e a necessidade de tê-los em sua empresa são indiscutíveis e quem ainda não possui, precisa considerar urgentemente essa questão. Contudo, apesar de comuns, a maioria desses programas parecem estar deixando passar alguma coisa.

 

Apesar de ser um ótimo começo para mostrar que sua empresa se preocupa com a saúde de suas pessoas, os programas de bem-estar tradicionais são limitados desde o início: a maioria acaba sendo inaplicável e desestimulante para a maioria absoluta das pessoas (por isso taxas de engajamento tão baixas!). Eles talvez não ofereçam variedade ou flexibilidade suficientes para pessoas que possuam necessidades ou interesses diferentes. Talvez existam barreiras demais para a participação que precisam ser superadas pelos colaboradores.

 

As pessoas sabem da importância da prática de hábitos saudáveis, mas por uma série de razões – de estímulo externo inclusive – não o fazem. E ao se deparar com taxas de engajamento baixas, colaboradores desinteressados e resultados que tem duração de curto prazo, muitos líderes desses programas podem achar que, infelizmente, é algo comum.  Se um programa não é naturalmente atrativo, será difícil não apenas conquistar adeptos iniciais, mas também promover a participação contínua, apesar de seus melhores esforços. E mais: muitos dos programas de bem-estar tradicionais não são projetados para ajudar os funcionários a criar hábitos diários que vão garantir o sucesso e o retorno a longo prazo.

 

Há muitas limitações nos programas de bem-estar atuais, que fazem com que eles tenham alcance e impacto igualmente limitados. Dentre essas, cito as mais comuns:

  • Focam apenas nos “doentes”
  • Não estimulam mudanças de hábito duradouras
  • Não engajam todos os colaboradores
  • Não estimulam engajamento diário
  • Confusão do que é incentivo ao bem estar e do que é um benefício finceiro (ex.: academias)
  • Foco exclusivo em métricas médicas
  • São um fardo administrativo e operacional

 

Para superar as limitações e explorar ao máximo o potencial desses programas, as organizações precisam pensar sobre o bem-estar de uma maneira diferente. Devem considerar englobar uma visão holística de saúde, focando em aumentar o engajamento dos colaboradores, alavancando sua produtividade e garantindo a retenção de talentos a médio e longo prazo. Por fim, é necessário oferecer algo para TODOS os funcionários, e que se encaixe às suas necessidades específicas de bem-estar.

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